Coração morno
Coração, essa fênix. Dispa-me da tua armadura, dessas cicatrizes doloridas, arranque de ti mesmo o que machuca. Recicla. E abra-te novo, de novo, ao que te faz sorrir.
Entrega-te ao que desperta esse teu sorriso mais uma vez. Cura.
Que quando voltas a bater é porque o o passado cicatrizou.
E continua sorrindo morno assim ao que quer tanto te fazer bem.
Publicado em janeiro 23, 2012, em Crônicas, Contos & Ladainhas. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.
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